andei doravante, o chique-chique da grama. tu me seguias, buscando minha mão- se houvesse uma câmera, ela estaria na altura dos pés, em filme branco e preto granulado iso 400, registrando em still cada passo nosso- tu seguraste a minha mão, andávamos pela relva ao som de um piano imaginário: éramos felizes. (nessa hora a câmera subia e mostrava a luz filtrada por entre as folhas das copas das árvores mais altas). meu olho no teu olho. o mundo numa caixinha de música, o jardim que criei. e fim.