pereço àquilo tudo que ainda não possui nome. 
deixo-me levar pelo movimento, a freada brusca arremessa-me para o fim, e o fim é incerto. permito-me a suavidade das brisas e o filtro das folhas para que a luz não me cegue. afundo-me em esquerdos braços, riscos, constelações cutâneas, até meu corpo, disforme, perder-se no assoalho. perco-me no farfalhar das minhas pestanas, nos passos mudos, no arrastar das horas.

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